Empresas e Sindicato dos Radialistas não chegam a acordo sobre dissídio coletivo

25/04/2016 16:43

Proposta de reajuste de 5,5% parcelados em três vezes não foi aceita pela categoria
Proposta de reajuste de 5,5% parcelados em três vezes não foi aceita pela categoria
O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão do Estado de Alagoas e representantes das empresas de comunicação e suas afiliadas não chegaram a um acordo em mais uma audiência de tentativa de conciliação em dissídio coletivo. A proposta de reajuste de 5,5% parcelados em três vezes não foi aceita pela categoria. Por conta disso, o processo será enviado ao Ministério Público do Trabalho para a elaboração de parecer circunstanciado. Após esse procedimento, seguirá para escolha do relator e, posteriormente, será julgado.
 
 
 
A audiência aconteceu no Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região (TRT/AL) na manhã desta segunda-feira (25.04) e foi conduzida pelo seu presidente, desembargador Pedro Inácio da Silva. O magistrado ressaltou que, apesar de o processo agora se encaminhar para julgamento, as partes ainda podem apresentar novas propostas e buscar solucionar o conflito por meio da conciliação.
 
A procuradora do Trabalho Rosemeire Lopes de Lobo Ferreira sugeriu que as empresas apresentassem uma defesa objetiva, com dados e números que justifiquem a recusa de atender ao pedido do Sindicato, que solicitou um aumento de 15%, sendo 11% decorrentes de reposição da inflação e 4% de aumento real
 
Negociação – A proposta havia sido lançada pelos representantes da classe patronal na audiência realizada no último 28 de março. Na oportunidade, não foi aceita pelo Sindicato dos Radialistas. Em seguida, o Sindicato a submeteu à assembleia da categoria, que também a recusou.
 
Logo no início das negociações, a contraproposta imediata trazida pelos representantes das empresas era de apenas 2%. O Sindicato ainda acenou que aceitaria um reajuste de 11% a título de reposição salarial, parcelado em três vezes, abrindo mão dos 4% de aumento real.
 
Contudo, os advogados da classe patronal alegaram que as empresas não têm condições de conceder o reajuste superior a 5,5%.

 

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